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Redação
A Prefeitura do Rio faz neste domingo (20/06) a vacinação contra Covid-19 de toda a população em idade elegível da Ilha de Paquetá (a partir de 18 anos), incluindo gestantes. O projeto “PaqueTá Vacinada”, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), visa avaliar os efeitos da vacinação em larga escala na população e é aprovado nos Comitês de Ética em Pesquisa do município e do Ministério da Saúde. Iniciado pela manhã, o evento reuniu o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga; o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, e a presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade. Também estiveram presentes a pneumologista e pesquisadora Margareth Dalcolmo; o subprefeito das Ilhas, Rodrigo Toledo; o subsecretário estadual de Vigilância e Atenção Primária à Saúde, Mário Sérgio Ribeiro; e os secretários municipais de Meio Ambiente, Eduardo Cavaliere, e de Assistência Social, Laura Carneiro.
O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, agradeceu, em seu discurso, a adesão dos moradores da ilha ao projeto que envolveu, entre quinta-feira e sábado, a testagem de 2.759 moradores, incluindo 421 crianças, das quais 21% apresentaram exposição ao coronavírus.
– É um momento muito triste; são 500 mil mortes no Brasil, e todos lamentamos muito por isso. É um momento de profunda tristeza, de luto, mas é também o momento de a gente ter esperança e tentar reconstruir um novo futuro. E aqui em Paquetá a gente espera que esse futuro chegue antes. Nossa expectativa é que essa região seja um símbolo para todo o País e que mostre o efeito da vacina em massa na vida das pessoas. A gente espera que a vacina continue salvando vidas, que seja a esperança para colocar não somente a Ilha de Paquetá, mas o Rio de Janeiro e todo o Brasil, em um futuro melhor. A gente estava esperando que entre 20 e 30% das pessoas daqui aderissem à coleta de sangue, mas 70% aderiram à pesquisa. Meu agradecimento profundo a todos os que se voluntariaram – disse.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ressaltou a importância da imunização em massa em Paquetá como um teste de eficácia da vacina para novas variantes, entre outros aspectos:
– Além da vacina da Fiocruz, temos outros agentes imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Três deles com registro definitivo, e um outro com registro emergencial. Todos são importantes para nossa campanha de vacinação. Todos cumprem seu papel e são úteis para o enfrentamento da Covid-19. Esse estudo realizado aqui, na Ilha de Paquetá, mostra o compromisso do Ministério da Saúde com a pesquisa. Nós já sabemos que essas vacinas aprovadas pela Anvisa são seguras, são eficazes. Mas precisamos compreender alguns outros aspectos em relação à efetividade dessas vacinas, precisamos analisar a efetividade dessas vacinas em relação a outras variantes. É esse compromisso com a ciência que nos dá fé e esperança na superação dessa dificuldade sanitária – afirmou o ministro.
A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, considerou a imunização em Paquetá uma “pesquisa fundamental”:
– Uma pesquisa fundamental para avaliarmos o impacto da vacina, que com muito compromisso, com muita responsabilidade, a Fiocruz entrega ao nosso Sistema Único de Saúde. A Fiocruz se sente muito honrada por participar de uma iniciativa construída em conjunto com a Prefeitura do Rio de Janeiro, com a Secretaria Municipal de Saúde e o com o Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.
Coube ao ministro Marcelo Queiroga vacinar a primeira pessoa, a escritora Conceição Campos, de 50 anos. “Uma sensação maravilhosa”, segundo ela, moradora de Paquetá desde 2008.
– A gente estava esperando muito por esse dia. A adesão da ilha, muito impressionante, vai colaborar com a pesquisa da Fiocruz – disse Conceição.
Seu marido, o músico e compositor Pedro Amorim, já havia tomado a primeira dose, mas fez questão de acompanhar a vacinação da mulher e dos vizinhos:
– A gente fica muito orgulhoso por participar de um evento científico que vai trazer informações tão importantes não somente para a ilha, mas também para o Rio de Janeiro e, até, o mundo. A adesão dor moradores da ilha à testagem superou as expectativas.
Segunda pessoa a ser vacinada, Audenise Ana Ferreira, também de 50 anos, ganha a vida transportando turistas em um dos muitos carrinhos elétricos que circulam pelas ruas de Paquetá. Finalmente, sentiu-se um pouco mais segura após receber sua dose.
– Corri muito risco nesse tempo todo de pandemia porque trabalho com turismo. Sou só felicidade agora; nem consegui dormir de ontem pra hoje por causa da ansiedade – afirmou ela, moradora de Paquetá há 33 anos.
A população da ilha abraçou o projeto, que é realizado pela SMS com apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Nos três dias, quase 70% dos moradores compareceram aos postos de testagem, na Unidade Integrada de Saúde Manoel Arthur Villaboim e no Paquetá Iate Clube, onde responderam também ao inquérito epidemiológico. Por dia, cerca de 200 profissionais de saúde e voluntários auxiliaram no atendimento à população insulana.
Crianças e adolescentes passaram por testes rápidos e os maiores de idade fizeram coleta de sangue para exame sorológico. As amostras de sangue foram levadas de helicóptero para a Fiocruz, onde serão analisadas em laboratório. Ao longo de 12 meses, os moradores serão monitorados e uma parte deverá ser chamada para repetir os exames para acompanhamento e verificação dos anticorpos adquiridos após a vacinação com a primeira e com a segunda doses.
O acompanhamento da população da ilha terá por objetivo avaliar a segurança do imunizante e como a vacinação em massa atua na proteção também de pessoas que não foram vacinadas, como é o caso das crianças e adolescentes. Além de observar se a primeira dose da vacina será capaz de evitar a transmissão dos casos na região ou se isso só acontece efetivamente após a segunda dose, que será aplicada a partir de oito semanas.
Paquetá tem uma população de 4.180 moradores cadastrados na Estratégia Saúde da Família, dos quais 3.530 são maiores de 18 anos. Até sábado (19), já haviam sido aplicadas na ilha, pelo calendário para todo o município, 1.971 primeiras doses (D1) e 1.344 segundas doses (D2). Neste domingo, todo o restante da população elegível está sendo imunizado com a AstraZeneca. As 17 gestantes da ilha tomam a dose da CoronaVac, seguindo recomendação do Ministério da Saúde para este público.
A vacinação neste domingo, das 8h30 às 16h, acontece em quatro pontos da ilha, para facilitar o acesso dos moradores e evitar aglomerações: UIS Manoel Arthur Villaboim, Parque Darke de Mattos, Paquetá Iate Clube e Casa de Artes Paquetá. Apenas a população residente é vacinada na ação, conforme os cadastros da Estratégia Saúde da Família, tendo sido vetada a participação de turistas.
Os trabalhos na ilha durante a semana contaram com a participação de voluntários entre universitários e outros ligados à ONG Core (Esforço de Ajuda Organizado pela Comunidade, na sigla em inglês), uma iniciativa humanitária que atua em diferentes países e, na pandemia, tem ajudado na ampliação do acesso à vacinação. Os investimentos da entidade no Município do Rio para o enfrentamento da Covid-19, em apoio ao SUS, estão voltados para a montagem de postos de vacinação e testagem, e contratação de profissionais.
Gabriel Alves (Folhapress)
Se eu comer dia sim, dia não, será que eu emagreço? A resposta curta é talvez, mas pode ser que o sacrifício não valha a pena. Um dos maiores desafios em pesquisas nutricionais é conseguir fazer experimentos em humanos, seja porque controlar exatamente o que um indivíduo ingere é tarefa custosa ou porque os efeitos demoram a ocorrer, no caso de mudanças sutis.
Essa complexidade também vale para o estudo do chamado jejum intermitente. Mesmo que essa "dieta" envolva apenas privar-se, por um período, de comer, contabilizar as calorias ingeridas nos momentos de fartura e fazer o monitoramento do metabolismo não é tarefa trivial.
Em estudo conduzido por James Betts, da Universidade de Bath, no Reino Unido, com colaboradores de outras instituições do país e da Suíça, 36 participantes foram divididos em três grupos, para tentar elucidar o impacto do jejum intermitente na perda de peso e no metabolismo dos indivíduos. O trabalho foi publicado nesta quarta na revista científica Science Translational Medicine.
O primeiro grupo estudado teve apenas uma restrição de 25% das calorias diárias. O segundo fazia jejum por 24h e, nas 24h subsequentes, comia calorias correspondentes a um dia e meio (totalizando os mesmos 25% a menos de calorias por dia do grupo 1, em média). Já o terceiro grupo era parecido com o segundo, mas no dia da bonança comia ainda mais: calorias equivalentes às de dois dias (ou seja, neste caso, sem déficit calórico, na média). Para todos o experimento correu por 20 dias.
Na prática, para as pessoas do estudo (todas elas magras), não valeu a pena ficar um dia sem comer. Perde-se mais gordura apenas reduzindo um pouco da ingestão de calorias todos os dias.
No caso de apenas fazer jejum, sem reduzir a quantidade média de calorias, pior ainda: nada se perde. E há um agravante: a pessoa tende a se mover menos e gastar menos energia com atividade física. É o corpo tentando poupar combustível num cenário de restrição.
Bruno Halpern, médico endocrinologista e estudioso da obesidade, que não participou do estudo, afirma que os resultados ajudam a desmontar a tese de que haveria um benefício apenas decorrente do jejum, independentemente da restrição calórica.
"A ideia de que ficar em jejum aumentaria o metabolismo não se baseia nas melhores evidências disponíveis em humanos", diz.
Mesmo porque ainda não há clareza sobre todos os efeitos metabólicos de estratégias alimentares que envolvem jejum. Uma das razões é que existem muitas variações da tática. Por exemplo, a 5 por 2 envolve jejum em alguns dias da semana, a alimentação com restrição de tempo (TRF, na sigla em inglês) envolve o jejum diário, mas apenas uma parte do dia (com 16h de sem comer e uma janela de 8h em que o indivíduo pode se alimentar, por exemplo), isso fora o tipo "dia sim, dia não", como no estudo (mesmo assim algumas variações incluem uma pequena refeição no dia do jejum).
O que todas essas dietas têm em comum é algum nível de restrição alimentar, o que, portanto, tem o potencial de ajudar a comer menos e, por definição, auxiliar na perda de peso e possivelmente melhorar a saúde, afirma Betts.
"Embora nosso estudo atual não indique que o jejum intermitente por si só é necessariamente superior a outras abordagens dietéticas que não envolvem o ficar sem comer, é inegável que as pessoas acham essas dietas atraentes. Talvez a simplicidade de apenas olhar o relógio em vez de compreender e aplicar teorias nutricionais esteja por trás da popularidade", diz à Folha de S.Paulo o cientista do Reino Unido.
Para Halpern, mesmo que valha a pena o sinal de atenção na hora de escolher que caminho seguir, não se pode criminalizar a estratégia. "Nem sempre a gente come só porque está com fome, mas por questões sociais também. Se isolar no quarto na hora em que a família está jantando provavelmente não vai dar certo. Mas se a pessoa mora sozinha, almoça bem etc, de repente pode ser uma opção", diz o endocrinologista.
Uma tentativa de explicação para eventuais benefícios do jejum se apoia no fenômeno conhecido como autofagia, no qual as células, em determinadas condições, como na falta de nutrientes, reciclam partes delas próprias, numa espécie de renovação e otimização de funcionamento. Em humanos, esse tipo de conexão ainda não foi evidenciada, mas em roedores ela está associada a padrões dietéticos, explica Betts.
Outro ponto importante especialmente para quem tem sobrepeso ou obesidade e planeja emagrecer com esse tipo de estratégia: vale a pena buscar orientação do médico ou nutricionista, já que as respostas do organismo diferem daquela das pessoas magras. E investigar o impacto do jejum intermitente nesse público é justamente o próximo passo da pesquisa de Betts e colaboradores, que ainda está em andamento.
Grávidas e puérperas serão imunizadas na próxima semana
Katna Baran e João Valadares (Folhapress)
A diferença no ritmo de vacinação contra Covid-19 nas capitais brasileiras tem provocado grande variação na cobertura vacinal em relação aos grupos etários. Enquanto São Luís começa a vacinar jovens de 24 anos nesta quarta-feira (16), Palmas e Porto Velho, por exemplo, ainda aplicam doses apenas em pessoas a partir de 60 anos.
Fatores como organização, densidade populacional, disponibilidade de vacinas e decisões estratégicas dos municípios ajudam a explicar as evoluções e atrasos no processo de imunização.
São Luís (MA), Manaus (AM), Fortaleza (CE) e Recife (PE) são as capitais brasileiras que mais avançaram em relação à vacinação da população mais jovem. Na outra ponta estão Porto Velho (RO), Palmas (TO), Rio Branco (AC) e Boa Vista (RR).
A capital maranhense conseguiu acelerar a aplicação dos imunizantes após o recebimento de 210 mil doses extras da AstraZeneca/Oxford em razão da cepa indiana do novo coronavírus, detectada no estado no dia 20 de maio. Nesta quarta-feira (16), a cidade começa a aplicar a primeira dose da vacina em pessoas de 24 e 25 anos.
Com 1,1 milhão de habitantes, São Luís é a 15ª cidade mais populosa do Brasil. A prefeitura decidiu criar centros independentes com capacidade para vacinar até 20 mil pessoas por dia. Diferentemente de outras capitais, as pessoas não precisam fazer o agendamento eletrônico prévio. "Basta comprovar a idade e ir em qualquer centro de vacinação. Desenvolvemos um aplicativo, o 'Filômetro', que indica os locais que estão mais cheios e mais vazios. Isso tem ajudado bastante o nosso fluxo", explica o prefeito Eduardo Bride (Podemos).
Outra peculiaridade é que, em São Luís, a vacinação para determinado grupo etário é feita em um mesmo dia. Na terça-feira, por exemplo, receberam a primeira dose pessoas com 26 e 27 anos. Quem perde o seu dia precisa aguardar a repescagem.
Já em Palmas, capital menos populosa do país, com cerca de 306 mil habitantes, é preciso fazer um cadastro para garantir a vacina, que ainda segue sendo aplicada apenas em pessoas com comorbidades, com 60 anos ou mais, e em grupos de trabalhadores essenciais.
Via assessoria, a prefeitura afirmou que, considerando o número de doses recebidas, o percentual aplicado é alto em comparação com outras capitais, inclusive com São Luís. A epidemiologista Carla Domingues, que coordenou o PNI (Programa Nacional de Imunizações) de 2011 a 2019, aponta que, além de pré-cadastro e maior ou menor grau de exigência para vacinar pessoas com comorbidades, por exemplo, outros fatores interferem na velocidade da imunização.
"Temos vacinações diferentes porque temos populações diferentes. Num cenário com poucas doses, a organização é complexa, o que impõe ritmos diferentes", aponta. Ela lembra que vários grupos de trabalhadores foram incluídos no PNI, como portuários e metroviários, e outros ficaram de fora, como os bancários.
Isso ajuda a explicar a alta taxa de vacinação em Paranaguá, cidade portuária do Paraná, onde pessoas com 35 anos estão recebendo as doses. Já em Curitiba, capital do estado, a vacinação engloba pessoas com 53 anos a partir desta quarta-feira.
"Para mim, foi equivocado colocar um monte de atividades essenciais como se uma profissão fosse mais importante do que outra", avalia Domingues. Ela acredita que a vacinação escalonada por idade logo após cumprido o grupo de comorbidades seria o ideal para agilizar o processo. "Até porque aí é mais fácil demonstrar [que faz parte do grupo contemplado], é só apresentar o documento."
A densidade populacional e a alta taxa de pessoas integrantes dos primeiros grupos vacinados também explicam os diferentes índices de imunização.
Em Alcântara, cidade com 22 mil habitantes na região metropolitana de São Luís, foi iniciada uma força-tarefa nesta segunda-feira (14) para vacinar todos os moradores com 18 anos ou mais. Além de uma população pequena, o município tem o maior número de quilombos do Brasil. São 204 comunidades, onde vivem mais de 3.300 famílias.
Outras pequenas localidades, como o arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco (com 4.700 moradores), e o município de Guaraqueçaba, no litoral do Paraná (com 7.500), já estão bem adiantadas, vacinando maiores de 18 anos. "Não posso comparar o plano de vacinação de uma cidade menor ou mesmo de uma capital com média de 1 milhão de habitantes com São Paulo, por exemplo, que tem 12 milhões", diz Domingues.
O número de pessoas com mais de 60 anos também fez com que cidades recebessem diferentes remessas de doses. No Brasil, esse índice gira em torno de 15% da população. Já no estado do Acre, esse percentual não passa de 8%.
À reportagem o secretário de Saúde de Rio Branco, Frank Lima, afirmou que a cidade ultrapassou ou já chegou perto de atingir a meta de vacinação de todos os grupos prioritários. "Infelizmente, o Ministério da Saúde tem uma plataforma lenta e um sistema de apuração de dados ineficiente que leva de três a cinco dias para atualizar as vacinas", justificou.
Nas cidades em que houve avanço na faixa etárias, a maioria das vacinas aplicadas tem janela de três meses entre uma dose e outra, a exemplo da AstraZeneca/Oxford e da Pfizer. Desta maneira, há menos risco, em tese, de utilizar logo a maioria das doses na primeira aplicação. Com mais tempo de espera para a segunda dose, é possível mudar planos caso ressurja o risco de chegarem menos vacinas.
Domingues ressalta, no entanto, que o ideal é que os municípios guardem vacinas para garantir a aplicação da segunda dose. "O adequado é guardar enquanto não houver regularidade de envio. Já tivemos casos de a população procurar a vacina e não encontrar e, se isso ocorre mais vezes, é possível que a pessoa não retorne depois."
Entre outros fatores, a organização do processo de imunização é citada como um fator que conferiu maior rapidez à aplicação de doses em Recife. A cidade adotou a estratégia de só vacinar após um agendamento eletrônico. Nos postos, há servidores que fazem o cadastramento para pessoas que não são familiarizadas com a tecnologia.
Na capital pernambucana, que vacina desde 10 de junho pessoas sem comorbidades a partir de 43 anos, não há registro de grandes filas. Assim como em São Luís, também foram abertos locais onde as pessoas não precisam descer do veículo para receberem as doses.