Por: Alexandre Araujo 

Integrantes de uma torcida organizada do Botafogo invadiram o Espaço Lonier, local utilizado para os treinamentos do elenco, na manhã desta quarta-feira (15), para fazer cobranças aos jogadores e à diretoria.

O clube atravessa uma má fase e vem de cinco jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro, sendo quatro derrotas consecutivas.

O treino do grupo está marcado para a parte da tarde. Os alvinegros que ingressaram na área tiveram contato com alguns jogadores, que fazem tratamento junto ao departamento médico.

Vídeos divulgados nas redes sociais mostram o momento que os integrantes da organizada entram no Espaço Lonier e têm acesso a uma das salas do local, onde alguns jogadores estão utilizando as macas. No diálogo gravado, é possível ouvir a promessa de que eles vão esperar o restante do elenco chegar.

O Botafogo atravessa a primeira crise na Era SAF. A equipe não vence há cinco jogos e perdeu os últimos quatro jogos no Brasileiro, estando próximo da zona de rebaixamento. Nos dois jogos mais recentes em casa, o time comandado por Luís Castro foi derrotado por Goiás, de virada, e Avaí.

A Ifab (International Football Association Board), órgão que regula as regras do futebol, decidiu tornar definitiva a liberação para cinco substituições nas partidas de futebol. A mudança havia sido colocada em prática por causa da pandemia da Covid-19, em 2020. Antes disso, eram permitidas penas três mudanças.

A avaliação da entidade é que a medida foi bem aceita por treinadores, dirigentes e jogadores. As três janelas para as substituições serem feitas (além do intervalo) serão mantidas.

A Ifab também autorizou o aumento do número de atletas disponíveis no banco de reservas. Passou de 12 para 15, outra alteração apoiada por pessoas ouvidas pelo comitê técnico do órgão.

Isso abre a porta para o aumento do número de inscritos para as seleções na Copa do Mundo: de 23 para 26. A decisão quanto a isso será tomada pela Fifa, organizadora do torneio.

A assembleia geral da Ifab, realizada nesta segunda-feira (13) em Doha, no Qatar, foi comandada por Gianni Infantino, presidente da Fifa, mas ele não se manifestou sobre o assunto. O treinador da seleção brasileira, Tite, é favorável à inscrição de 26 jogadores. A reunião discutiu outras possíveis mudanças futuras, mas sem decisões definitivas.

Uma delas foi quanto a inovações tecnológicas no uso do VAR para o impedimento, assim as marcações seriam mais rápidas e precisas. Os integrantes do órgão também falaram sobre possíveis testes para que os árbitros expliquem decisões tomadas em campo durante as partidas, como calcular de maneira mais justa o tempo de jogo (levando-se em conta as paralisações) e a cobrança de laterais com os pés.

Mas, segundo a Ifab, esses assuntos só voltarão a ser debatidos no futuro e qualquer período de testes terá de ser aprovado pela entidade e chancelado pela Fifa.

Os membros da entidade também falaram sobre maneiras de combater a falta de respeito aos árbitros e aumentar sua segurança. Para a entidade, este é um problema global. Uma das possibilidades de mudança é o juízes usarem câmeras acopladas nos uniformes, inicialmente em jogos amadores.

O QUE É A IFAB?

A Ifab foi criada em 1886 como entidade responsável por uniformizar as regras do futebol, em prática no Reino Unido desde 1863 mas com diferentes hábitos a depender do local da partida.

Desde a sua fundação, ela é composta pelas quatro associações nacionais britânicas (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte). A Fifa se associou a ela apenas em 1913. Cada um tem um voto nas decisões e o da Fifa representa as outras 207 confederações filiadas a ela.

Isso já fez com que a Ifab fosse criticada por ser um órgão restritivo e apegado ao passado do futebol. Outra reclamação era quanto ao conservadorismo para realizar mudanças nas regras, algo que tem mudado nos últimos tempos. Principalmente quando chancelou a introdução do árbitro de vídeo em 2018, uma ideia antiga e que encontrava grande resistência.

Para promover debate e sugerir mudanças, a entidade criou painéis de consultoria técnica e de futebol, que inclui "membros experientes do mundo" da bola, diz o órgão. Na prática, é quem produz relatórios e aconselha o Ifab em tomadas de decisões quanto a alterações, estudos ou testes a serem feitos.

Qualquer mudança nas regras pode ser decidida apenas nos encontros anuais, em que a assembleia geral se reúne para deliberar e votar.

Usualmente ocorre em fevereiro ou março em um dos quatro países fundadores. Mas em anos de Copa do Mundo isso pode ser diferente, como aconteceu em 2022. O evento foi realizado em Doha, no Qatar, sede do Mundial.

Por: Letícia Marques

Dorival Júnior foi anunciado na última sexta (10) e, sem dar qualquer treinamento, já esteve à beira do campo na derrota para o Internacional, no sábado (11). Então dá para dizer que, para fins práticos, sua nova passagem pelo Flamengo começou de fato nesta segunda-feira (13), quando o técnico comandou a primeira atividade no Ninho do Urubu. Nessa sessão inicial, ele contou com o retorno de um personagem importante: Arrascaeta.

O uruguaio estava com a serviço da seleção celeste, tendo ficado fora dos últimos três jogos do Flamengo. A ausência, que em outros tempos não afetava tanto o futebol rubro-negro, teve um efeito diferente nesta sequência: foram três derrotas e somente dois gols marcados. Com ele em campo, o Flamengo fez 25 partidas na temporada, com 14 vitórias, sete empates e quatro reveses.

O retorno do jogador, então, pode ser considerado a primeira boa notícia para o técnico, no entanto, em sua missão de reorganização de um time que entrou no Campeonato Brasileiro pensando em título e hoje ocupa a 15ª posição.

Durante as duas semanas de amistosos em data-Fifa -foram dois jogos nos Estados Unidos e outro em Montevidéu-, o Flamengo monitorou o atleta e manteve diálogo direto com o departamento médico do Uruguai. Não à toa, um planejamento especial foi montado, e o meia atuou por apenas 45 minutos no sábado (11), contra a Jamaica. Na volta ao Ninho do Urubu, não deu sinais de desgaste.

Ainda que, obviamente, importância do jogador na equipe titular não precise de treinamentos para ser provada. Os números mostram que a temporada de 2022 é a melhor do uruguaio desde que ele chegou ao clube em 2019. Até o momento: 25 jogos e 17 participações em gol - sete tentos e dez assistências.

A presença de Arrascaeta traz ao Flamengo mais criatividade e alternativas no setor de criação e este é mais um fator de que Dorival pode tirar proveito. Nesta temporada, com o uruguaio em ação, o Flamengo precisa de 416 toques para marcar gol, com uma média de 7,3 finalizações, segundo dados do SofaScore. Sem o camisa 14, são necessários 533 passes e 8,6 chutes para balançar as redes.

"Arrascaeta é o jogador mais regular em alto nível no Flamengo. Ele faz a diferença quando está em campo. Uma jogada individual dele muda o ânimo do time. O Arrascaeta gera possibilidade, tem passe bom, tem visão de jogo, finaliza bem, tem o tempo certo de entrar na área", afirmou o colunista e analista do UOL Esporte Rodrigo Coutinho.

Nas mãos de Dorival, na avaliação de Coutinho, a chegada do uruguaio pode fazer Dorival mudar o desenho do meio-campo flamenguista em relação ao jogo contra o Inter.

"Na estreia, o Dorival utilizou um 4-3-3, com o Arão mais recuado e o Thiago Maia e Andreas como meias. Foi uma necessidade por estar sem o Arrascaeta. Com o Arrascaeta, a gente tem que ver se o Dorival vai manter este desenho no meio-campo. Ele pode jogar com um volante mais recuado e dois meias, ou colocar dois jogadores recuados e o Arrascaeta mais à frente deles, como ele jogou na maioria das vezes", disse.

"Acredito que o Dorival vai utilizar essa segunda hipóteses, principalmente porque o Flamengo não tem muitos meias à disposição. O Arrascaeta pode aparecer como um dos meias, pelo lado esquerdo ou como o único meia, central. Jogando pela esquerda, ele oferece mais qualidade perto da área e uma troca muito grande com o Bruno Henrique, eles são entrosados e acredito que o Dorival vai utilizar isso", completou Rodrigo Coutinho.

Nesta segunda-feira (13), às 19h, o Botafogo joga em casa contra o Avaí. A equipe carioca não vence há quatro jogos e se for derrotada pode perder a 16ª posição para o adversário catarinense.

Com uma vitória, o Fogão pode alcançar, na combinação mais favorável, a 7ª colocação com 15 pontos, muito em função dos bons resultados nos primeiros jogos do Brasileirão. Mas vai precisar vencer no Nilton Santos, onde, apesar do apoio da torcida, com a 6ª maior média de público do campeonato, tem deixado a desejar na competição nacional.

O Avaí também tem tido dificuldades nas últimas rodadas, após bom começo na Série A. Com vitórias na Ressacada a equipe de Barroca chegou a figurar no G4. O desempenho da equipe, todavia, despencou desde o começo de maio, sobretudo nos jogos como visitante. Hoje, o clube catarinense ocupa a 18ª colocação com 11 pontos, e pode se colar ao pelotão do meio da tabela se conquistar outros três.

O Botafogo pode ser reforçado pelo atacante Erison, que volta de lesão. Ele conseguiu treinar neste domingo (12), no Espaço Lonier, após ficar fora da partida contra o Palmeiras, na última quinta-feira (9). O jogador chegou a viajar para São Paulo, mas, com dores no tornozelo em virtude de uma pancada sofrida na derrota para o Goiás, sequer foi relacionado.

Em entrevista coletiva, o treinador do Botafogo, Luís Castro, reconheceu que é preciso fazer mudanças, mas ponderou que tem poder 'limitado', uma vez que o espaço entre os jogos é curto. Na impossibilidade de fazer mudanças profundas, ele detectou o que pode fazer para melhorar a equipe já na próxima partida.

"Em três dias não mudamos um sistema tático de um jogo para outro. A pequena parte que quero mudar nos próximos jogos é a falta de atitude competitiva que tivemos. Isso sim. Aumentar a intensidade com que jogamos que já tivemos em vários outros jogos", disse Castro.

A disputa do Fogão no meio da tabela da Série A é um passo normal na construção de um projeto a longo prazo, na avaliação do treinador. "É um caminho de construção para mantermos na Série A neste ano e ser campeões daqui dois, três anos. Nunca vendi ilusões porque vim muito de baixo e não vai ser aqui que vou vender ilusões", declarou.

Estádio: Nilton Santos, em Rio de Janeiro (RJ)
Horário: 19h00 (de Brasília) desta segunda-feira (13)
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (SP)
VAR: Vinicius Furlan (SP)
Transmissão: Premiere

O Botafogo está na zona de rebaixamento. Nesta segunda-feira (13), o Avaí foi até o estádio Nilton Santos e bateu os donos da casa por 1 a 0, gol de Kevin. Agora, os catarinenses saíram do Z4 e ocupam a décima posição com 14 pontos. O Botafogo caiu para 17ª, seguindo com 12 pontos.

O time carioca teve mais posse de bola e dominou boa parte do jogo, mas não conseguiu traduzir a superioridade em gols. O Avaí fez um jogo físico, mas seguro e conseguiu achar seu gol num lance de bola parada. Esse é o quinto jogo sem vencer do Botafogo.

A próxima partida do clube carioca será também em casa, na quinta-feira (16), às 16h, diante do São Paulo. O Avaí encara o Fortaleza, no mesmo dia, às 19h, na Ressacada, em Florianópolis.

A equipe do Botafogo foi irregular ao longo da partida. Dominou no começo e teve mais chances ao longo do primeiro tempo, mas saiu atrás no placar. No segundo tempo, passou a ter o controle da partida após alterações, mas não conseguia traduzir o domínio em gols.

O Avaí jogou por uma bola, que conseguiu no final do primeiro tempo. Kevin fez um golaço de falta e deu tranquilidade a equipe treinada por Eduardo Barroca. De resto, um jogo físico, de marcação e um time que, quando tinha a bola, sabia circular para manter sua vantagem.

A iniciativa de buscar o resultado partiu dos donos da casa. Aos dez minutos, a equipe já tinha dado trabalho para o goleiro Douglas por pelo menos duas vezes: Chay e Victor Sá finalizaram bem. O time alvinegro conseguiu controlar bem a partida e esteve seguro defensivamente.

O Avaí foi se encontrando ao longo do primeiro tempo e passou a ter mais posse de bola. Mesmo que não incomodasse, prendia a bola entre as intermediárias e brecava o jogo do Botafogo. Os cariocas apostavam nas bolas áreas para levar perigo, mas sem tanto sucesso.

Mesmo sem mais posse de bola, o Botafogo seguia tentando levar perigo ao gol adversário. Vinícius Lopes deu toque de calcanhar e achou Daniel Borges livre na ponta direita. O lateral cruzou para trás, rasteiro e Chay bateu de primeira, no ângulo, obrigando o goleiro Douglas a fazer bonita defesa.

Quase na sequência, Victor Sá deu passe rasteiro entre os zagueiros e achou Erson. O atacante não conseguiu dominar a bola e finalizou de primeira, em cima do goleiro Douglas.

O Avaí ainda nem tinha finalizado quando o árbitro da partida marcou falta, na entrada da área, aos 47 minutos do primeiro tempo. Kevin se apresentou para batida e tomou pouca distância. De perna direita, o lateral bateu com perfeição, encobriu a barreira e colocou a bola no fundo das redes.

Atrás no placar, o Botafogo não conseguiu retomar o controle do jogo no início da segunda etapa. O Avaí conseguiu ter domínio das ações no jogo e prendia a bola no campo ofensivo, afastando o perigo de tomar o gol de empate.

Com isso, os cariocas passaram a cometer muitas faltas no começo do segundo tempo.
Luís Castro tirou Oyama, que vinha mal e colocou Kayque. Com mais força no meio, o Botafogo passou a ter mais posse de bola e voltou a criar chances. Erison desperdiçou chance na entrada da área.

A equipe alvinegra tentou buscar o empate, mas parava na falta de qualidade na finalização. Matheus Nascimento, Chay e Del Piage tiveram chutes bloqueados na entrada da área. Victor Cuesta bateu falta na barreira.

Sem conseguir empatar, o Botafogo sentia a tensão aumentar contra a torcida e passava a errar muitos passes. O Avaí jogava com o resultado e conseguiu segurar a vitória até o final.

Ao final do primeiro tempo, a torcida gritou "time sem vergonha" para o Botafogo enquanto os jogadores saíram do campo. Nos minutos finais da partida, novamente os gritos apareceram, além de vaiar ao final do jogo.

BOTAFOGO
Gatito Fernández; Daniel Borges (Matheus Nascimento), Kanu, Victor Cuesta, Hugo; Luís Oyama (Kayque), Tchê Tchê (Del Piage), Chay; Vinícius Lopes, Victor Sá, Erison. T.: Luís Castro.

AVAÍ
Douglas Friedrich (Vladmir); Kevin, Raniele, Arthur Chaves, Bruno Cortez; Jean Cléber (Lucas Ventura), Bruno Silva, Eduardo (Matheus Galdezani); Muriqui (Renato), Bissoli, William Pottker (Morato). T.: Eduardo Barroca.

Estádio: Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (Fifa/SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa/SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)
VAR: Vinicius Furlan (SP)
Cartões Amarelos: Vinícius Lopes, Hugo, Del Piage, Erison (BOT); Eduardo, Raniele, Bruno Silva, Vladmir, Matheus Galdezani (AVA)
Cartão Vermelho: Bruno Silva (AVA)
Gol: Kevin (AVA), aos 47'/1ºT

Por: Léo Burlá

Em partida marcada por disputa acirrada por cada palmo do campo do Maracanã, o Vasco venceu o Cruzeiro por 1 a 0, com gol de Getúlio, pela Série B do Brasileiro. A vitória neste domingo (12) ficou com o time mais eficiente na hora de concluir.

Empurrado por uma multidão de mais de 63 mil torcedores que lotou o estádio, os vascaínos tentaram pressionar, mas encontraram um rival que soube encurtar os espaços e que também achou brechas para agredir. O atacante Getúlio, todavia, deixou a sua marca em uma bonita cabeçada que abriu o placar no clássico. O tento veio após 17 jogos sem marcar do centroavante vascaíno.

Em determinados momentos do jogo o Cruzeiro teve até 65% de posse de bola, mas nem por isso conseguiu entrar muitas vezes na área do Vasco. Foram poucas oportunidades criadas e, quase sempre, com finalizações ruins.

O técnico do cruzeiro, Paulo Pezzolano, até abriu mão do esquema com três zagueiros para colocar três atacantes em campo, mas não mudou muito o cenário do jogo.

Após o jogo, Figueiredo, do Vasco, um dos destaques da partida, falou da satisfação de vencer em um Maracanã lotado.

O jovem atacante não escondeu a euforia com a festa dos vascaínos e disse que não basta o acesso, já que o objetivo do elenco é o título da Série B. Com o triunfo, o Cruz-maltino ficou a quatro pontos do clube celeste, o líder do torneio.

"Não tem explicação. Nossa torcida é linda quando apoia a gente. Acredito que nosso grupo é muito forte e unido. Nosso grupo está buscando o acesso e o título. A gente busca a liderança e agora estamos mais perto do objetivo", disse ele à "Globo".

O discurso foi alinhado ao de Emílio Faro, técnico interino do Vasco, que ressaltou o casamento entre torcida e time e a entrega de todos.

"Jogamos com todo mundo voltado para conseguir o maior número de vitórias nas ações da partida. O destaque foi o Vasco, cada rosto representa um elemento abaixo do escudo do clube", disse ele.

Sobre o ambiente no Maracanã, Faro disse que a atmosfera no estádio vinha sendo conversada durante a semana e ele afirmou que aproveitar o apoio do torcedor era fundamental para a vitória:
"A gente tinha de usufruir desse público. Viemos para um jogo com a aparência de uma final de campeonato. Disputamos a partida como tal. Decisão não se joga, se vence".

Com o resultado, o Cruz-maltino manteve a 3ª posição, pulou para 24 pontos e se consolidou ainda mais no G-4. O desafio agora é fora de casa, contra o Londrina, no próximo sábado (18).

Já os mineiros seguem na ponta da competição, mas com o vice-líder Bahia a três pontos de distância. Na próxima rodada, o Cruzeiro recebe a Ponte Preta, nesta quinta-feira (16).

VASCO
Thiago Rodrigues; Gabriel Dias (Weverton), Quintero (Danilo Boza), Anderson Conceição e Edimar; Yuri, Matheus Barbosa (Juninho), Nenê (Palacios); Gabriel Pec, Figueiredo e Getúlio (Raniel). T.: Emílio Faro.

CRUZEIRO
Rafael Cabral; Geovane Jesus (Rafael Santos), Oliveira e Zé Ivaldo; Leo Pais (Rafa Silva), Willian Oliveira, Neto Moura, Fernando Canesin (Filipe Machado) e Matheus Bidu; Jajá (Daniel Júnior) e Edu. T.: Paulo Pezzolano.

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Anderson Daronco (Fifa/RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (Fifa/RS) e Michael Stanislau (RS)
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)
Cartões amarelos: Matheus Barbosa (VAS); Geovane, Neto Moura (CRU)
Gols: Stiven Mendoza (CEA), aos 8'/1ºT, e Pedro Raul (GOI), aos 39'/2°T
Público: 63.609